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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Breve...


Tudo passou tal um verão...
Que importa o fugaz dos amores,
se tudo começa num beijo?

(Adilson Shiva)

Breve...

Todo pasó tal un verano...
¿Qué importa lo fugaz de los amores,
si todo comienza en un beso?


(Adilson Shiva)

domingo, 12 de novembro de 2017

Reticências…


O tempo nos vigia e nos surpreende,
enquanto nos tornamos o fantasma
de nós mesmos...

Nossa luz, um apagar-se lento
e a mudez, nossa sentença...

(Adilson Shiva)

Reticencias...

El tiempo nos vigila y nos sorprende,
mientras nos tornamos el fantasma
de nosotros mismos…

Nuestra luz, un apagarse lento
y la mudez, nuestra sentencia…

(Adilson Shiva)

sábado, 4 de novembro de 2017

Ausência...


As palavras são navalhas,
que separam o dia da noite,
quando se trata de uma ausência.

Essa palavra primitiva e estranha
que se percebe ao abrir e ao fechar
os olhos...

(Adilson Shiva)

Ausencia...

Las palabras son navajas,
que separan el día de la noche,
cuando se trata de una ausencia.

Esa palabra primitiva y extraña
que uno percibe al abrir y al cerrar
los ojos…


(Adilson Shiva)

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Transitório…


Talvez não o saibas que meu coração
capaz de chuva, é uma lembrança transitória
que molha teus olhos em tua solteira solidão...

(Adilson Shiva)

Transitorio…

Tal vez no lo sepas que mi corazón
capaz de lluvia, es un recuerdo transitorio
que moja tus ojos en tu soltera soledad…


(Adilson Shiva)

sábado, 21 de outubro de 2017

De improviso...


As palavras se equivocam no labirinto
de teu interminável sonho...
Mas tudo em ti é fugaz e repentino:
De improviso tu te despertas…

(Adilson Shiva)


De improviso…

Las palabras se equivocan en el laberinto
de tu interminable sueño…
Pero todo en ti es fugaz y repentino:
De improviso tu te despiertas…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Outra vez...


Ontem revi tua foto
e a olhei com nostalgia...
Só eu te sinto!

Ontem éramos mais
e nos perdemos na conspiração
do tempo...

(Adilson Shiva)


Otra vez…

Ayer reví la foto tuya
y la miré con nostalgia…
¡Sólo yo te siento!

Ayer éramos más
y nos perdimos en la conspiración
del tiempo…


(Adilson Shiva) 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Para sempre...


Tu não passaste...
Aqui estão tuas lembranças,
Vives para sempre nesta chama
que nomeia a saudade…

(Adilson Shiva)

Por siempre...

Tú no has pasado…
Aquí están tus recuerdos,
vives por siempre en esta llama
que nombra la nostalgia…


(Adilson Shiva) 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Dormes...

Atravesso esse abismo
de ausências,

Volto a roçar teu sonho
e construo teu rosto.
Um pássaro ainda vive em mim...

(Adilson Shiva)

Duermes…

Atravieso ese abismo
de ausencias,

Vuelvo a rozar tu sueño
y construyo tu rostro.
Un pájaro aun vive en mí…

(Adilson Shiva)

domingo, 8 de outubro de 2017

Fugacidade...


Tudo se desmorona num abrir e fechar de olhos,
com a sutileza propícia do vento...
A vida é tão fugaz!

(Adilson Shiva)

Fugacidad…

Todo se desmorona en un abrir y cerrar de ojos,
con la sutileza propicia del viento…
La vida es  tanfugaz!


(Adilson Shiva)

sábado, 30 de setembro de 2017

Sobre o silêncio...


O poema é o lugar em que o silêncio habita,
Por isso escrevo...
O silêncio é o espaço para a palavra,
Por isso escuto...

(Adilson Shiva)

Sobre el silencio...

El poema es el lugar en el que el silencio habita,
Por ello escribo…
El silencio es el espacio para la palabra,
Por ello escucho…


(Adilson Shiva)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Momentos...


Só os ponteiros do relógio sabem dos momentos
em que a vida repousa numa habitação escura...

Momentos que confundo minha boca com a tua,
porque nos parecemos tanto...

(Adilson Shiva)



Momentos...

Sólo las agujas del reloj saben de los momentos
en que la vida reposa en una habitación oscura

Momentos que confundo mi boca con la tuya,
porque nos parecemos tanto...


(Adilson Shiva)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Ingenuidade ...



O poema grita seu nome e
O eco lhe retorna o silêncio.
O que fazer com tantos versos perdidos?

(Adilson Shiva)

Ingenuidad...

El poema grita tu nombre y
El eco le devuelve el silencio.
¿ Qué hacer con tantos versos perdidos?

(Adilson Shiva)