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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Noturno…



À luz apagada, vou desenhando
os signos tatuados em teu corpo...
Sei que em tua memória há um pássaro noturno,
E nada mais…


(Adilson Shiva)

Nocturno…

A la luz apagada, voy dibujando
los signos tatuados en tu cuerpo…
Sé que en tu memoria hay un pájaro nocturno,
Y nada más…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Sinais de fumaça...



Eu sempre digo:
É necessário a sonhar com o mar ...
Ninguém me entende ... Só você

Eu sei que você me ama, apesar de tudo,
Porque me enviou sua foto ,
era meu aniversário ...

Agora eu envio mensagens em garrafas,
Sinais de fumaça ... Você não as lê.

Para ouvir a minha angústia,
E mentir-me um pouco,
O silêncio me responde ...

(Adilson Shiva)

Señales del humo…
Siempre digo:
Es necesario soñar con el mar…

Nadie me entiende…solo tú
Sé que tú me amas, a pesar de todo,
Porque me enviaste la foto suya,

Era mi cumple…
Ahora envío mensajes en botellas,
Señales del humo…tu no las lees.

Para escuchar mi angustia,
Y mentirme un poco
el silencio me contesta…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 23 de junho de 2016

EVANESCE...


Tuas artimanhas
Palavras vãs,
Palavras vazias
Discussões banais
Pintam um veleiro
Se afastando do cais...

Tuas palavras frias
Meras armadilhas
Tornam-me distante mais e mais
Tu não te vês , mas é assim
Tu te tornas uma ilha
A milhas e milhas de mim...

EVANESCE...

Tus artimañas
Palabras vanas,
Palabras vacías
Discusiones banales
Pintan un velero
Alejándose del muelle…

Tus palabras frías
Meras trampas
Me hacen distante más y más
Tú no te ves, pero es así
Tú te haces una isla
Lejos millas y millas de mí...
(Adilson Shiva)

domingo, 19 de junho de 2016

Poemas perdidos...


A morte nos deixou vagando sob o sol,
Cedo não existiremos,
Mas, ainda há tempo para versos...

Se soubesses que o amor salva,
Não te embriagavas nos labirintos em que te perdeste,
Com tua loucura, crendo no homem amanhã...

As palavras juntos, sempre juntos,
atrás ficaram no esquecimento do tempo.
Foi-se o amor como água da chuva que corre.
Ficamos às margens, porque talvez nunca existimos...

(Adilson Shiva)

Poemas perdidos…

La muerte nos dejó vagando bajo el sol,
Pronto no existiremos,
Pero, aún hay tiempo para versos...

Si supieras que el amor salva,
No te embriagabas en los labirintos en que te perdiste,
Con tu locura, creyendo en el hombre mañana...

Las palabras juntos, siempre juntos,
Atrás han quedado en el olvido del tiempo.
Se ha ido el amor como el agua de lluvia que corre.
Quedamos a los márgenes, porque tal vez nunca existimos...

(Adilson Shiva)

sábado, 18 de junho de 2016

Essa tal felicidade…




Um coração perseguindo oásis perdidos,
Num mar de pensamentos e palavras,
Jamais saberá quantos dias separam uma dor
do perdão...

Como saber da felicidade
sem correr o risco de ser feliz?

(Adilson Shiva)

Esa  tal felicidad…

Un corazón persiguiendo oasis  perdidos,
En un mar de pensamientos y palabras,
Jamás sabrá cuántos días separan un dolor
del perdón…

¿Cómo saber de la felicidad
sin correr el riesgo de ser feliz?

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 15 de junho de 2016

“Paraty”…


Há histórias que nunca terminam.
Deveria olhar-te de frente, mas fiquei
detido ante a palavra talvez... que,

De improviso, é um dos nomes
do amor em extravio...
Por ironia andava eu pela cidade histórica de “Paraty”.

(Adilson Shiva)

“Paraty”…

Hay historias que nunca terminan.
Debería mirarte de frente pero me quedé
detenido ante la palabra tal vez… que,

De improviso, es uno de los nombres
del amor en extravío…
Por ironía andaba yo por la ciudad histórica de “Paraty”.

(Adilson Shiva)

domingo, 12 de junho de 2016

Depois...




Quero o licor das maçãs
Mordidas com seu veneno...

E sua luz fatal que me desperta
Pelas manhãs…

Conheço o ritmo inabitável de seus lábios,
A transmutação entre luz e sombras...

(Adilson Shiva)
.

Despues...

Quiero el licor de las manzanas
Mordidas con su veneno…

Y su luz fatal que me despierta
Por las mañanas…

Conozco el ritmo inhabitable de sus labios,
La transmutación entre luz y sombras…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sobre a vida...




No meio de tantos desertos,
uma luz permanece acesa,
como olhos de refúgio, zelador de um farol...

O silêncio esgrime com uma pergunta
Sobre a vida e seus motivos e concluí
que por isso a gota de orvalho cai,
sem lastimar-se...

(Adilson Shiva)


Sobre la vida...

En medio de tantos desiertos,
una luz permanece encendida,      
como ojos de refugio, celador de un faro…

El silencio esgrime con una pregunta
Sobre la vida y sus motivos y concluí
que por eso la gota de rocío cae,
sin lastimarse…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Amor e tempo...




O amor fala com o tempo:
“Somos uma Ilha e água nos  separa...
Contamos as ondas, mas não sabemos
Que fazer com nosso naufrágio...”

(Adilson Shiva)


Amor y tiempo,,,

El amor habla con el tiempo:
“Somos una Isla y el agua nos separa…
Contamos las olas, pero no sabemos
Qué hacer con nuestro naufragio…”

(Adilson Shiva)

domingo, 5 de junho de 2016

Essas coisas inesperáveis...




Era inevitável um salto na escuridão.
Coração batendo lento feito desgelo
E a necessidade do recomeço...

Não há palavras que caibam neste silêncio,
Mas havia luz em minha existência...
Embarquei no trem das cinco...

(Adilson Shiva)



Esas cosas inesperables…

Era inevitable un salto en la oscuridad
Corazón latiendo lento hecho deshielo
Y la necesidad del recomienzo…

No hay palabras que quepan en este silencio,
Pero había luz en mi existencia…
Embarqué en el tren de las cinco…

(Adilson Shiva)